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Desperta
Débora
Mães intercessoras
Preparando-se para a luta:
Batalha de oração
“ Alguns anos atrás, em um dia
muito quente de verão na Califórnia, uma garotinha resolveu brincar nas águas
refrescantes do mar. Ela foi correndo da frente de sua casa, que dava para o
mar, até a água, deixando pelo caminho as sandálias e a toalha. Mergulhou na
água e voltou à tona, procurando um lugar onde a água estivesse mais fresca. A
mãe observava a filha da janela da casa quando viu a barbatana de um tubarão
que se aproximava. Desesperada, a mãe correu em direção à praia, gritando o
mais alto que podia e nadando em direção à filha. Ao escutar a voz da mãe a
menina deu meia volta e começou a nadar em direção à praia. Mas era tarde
demais. Assim que a mãe alcançou a menina, o tubarão a atacou. A mãe segurou a
garota pelos braços enquanto o tubarão agarrava as pernas. Começaram uma
terrível batalha, um verdadeiro cabo de guerra em que a mãe puxava de um lado,
e o tubarão, do outro. O tubarão, que tinha cerca de um metro e oitenta
centímetros de comprimento, era muito mais forte do que a mãe, mas a mãe era
muito mais obstinada a não deixar a filha escapar de suas mãos.Um pescador, que
estava em um barco ali perto, escutou os gritos da mãe, puxou um rifle e atirou
no tubarão. Surpreendentemente, após passar algumas semanas no hospital, a
garota sobreviveu. Suas pernas tinham cortes profundos que chegavam até o osso,
e seus braços exibiam as marcas onde sua mãe havia enterrado as unhas para
impedir que a filha amada fosse levada. Um repórter de televisão, que
entrevistou a menina após o trauma, perguntou se ela se importava de mostrar
suas cicatrizes. A menina levantou o lençol deixando ver os cortes na perna. A
seguir ela disse: “ Mas olhe os meus braços. Tenho cicatrizes nos meus braços
também. Elas estão aí porque minha mãe não deixou que o tubarão me levasse”. Assim como essa mãe lutou com o
tubarão para salvar sua filha, nós também estamos enfrentando uma luta, mas uma
luta espiritual, um cabo de guerra com o inimigo por nossos filhos. Como minha
irmã Gayle, costumava dizer: “Nossos filhos tem belas cicatrizes porque nós o
agarramos através de nossas orações para que eles tenham uma vida abençoada”.
Lutando de joelhos
Uma guerra está sendo travada
para conquistar o coração e a mente de nossos filhos. Não podemos nos sentar
passivamente e permitir que Satanás chamado de ladrão em João 10:10, roube,
mate e destrua os nossos queridos. Devemos reagir através de orações de guerra.
Para enfrentar essa batalha por nossos filhos devemos lutar de joelhos.
O vencedor é...
Apesar de nossas orações, às vezes temos a impressão
que Satanás está vencendo a batalha. Na celebração do décimo aniversário da Moms in touch ( Mães em contato), Evelyn Christenson contou uma
história interessante que retrata bem como era terminar essa guerra. Na época
em que a Índia era uma colônia inglesa, no começo do século XIX, o governador
administrativo era um homem conhecido como
Sr. Das . Ele costumava viajar
por todo o país a trabalho. Como não existiam hotéis nas áreas mais remotas, o
governobritânico dispunha de pequenas
casas situadas estrategicamente para
alojar seus funcionários. Certa ocasião, SR. Das e seus funcionários estavam
atravessando uma floresta ao sul de Calcutá. Como a noite se aproximava ele
mandou alguns de seus homens na frente para preparar a casa mais próxima ao
local para a chegada deles. Quando eles se aproximavam da casa, um dos
funcionários saiu correndo de dentro dela, branco como um papel e dizendo
coisas incoerentes. Ele havia encontrado uma jibóia de cerca de seis metros,
enrolada numa peça da mobília. Esse tipo de cobra pode engolir um veado, um
porco, ou até mesmo um ser humano inteiro. É uma cobra poderosa e mortal. O
Sr.. Das e seus funcionários fecharam todas as janelas e portas, trancaram a
jibóia dentro da casa e levaram para fora a caixa de munição. Eles sabiam que
um tiro seria suficiente para matar uma cobra daquele tamanho, desde que o
atirador acertasse a cabeça. O Sr. Das a apontou a arma cuidadosamente e atirou
exatamente na cabeça da jibóia, mas para a surpresa de todos ela não morreu. Ao
contrário, começou a se contorcer violentamente, derrubando todos os objetos da
casa e destruindo os móveis. Ela praticamente demoliu todo interior da casa. Os
funcionários observaram petrificados, imaginado o que aconteceria se aquela
jibóia enlouquecida conseguisse escapar. Porém, cerca de uma hora e meia
depois, a cobra morreu. O Sr. Das, que era também um grande pregador, costumava
contar a história da jibóia aplicando-a da seguinte maneira:
“Queridos irmãos, estamos vivendo exatamente nesse período de uma hora
e meia. Satanás trouxe o pecado para o planeta Terra, tentou Adão e Eva e eles
caíram. Mas o Senhor Deus disse a Satanás, aquela velha serpente: ‘Porei
inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua descendência e a sua descendência;
esta [Jesus] te ferirá a cabeça, e tu lhes ferirá o calcanhar’ (Gn 3:15). Deus
tinha uma bala poderosa o suficiente para matar a serpente, Satanás. Através da
morte de seu filho Jesus, pendurado na cruz, Deus, o Pai, apontou
cuidadosamente, atirou e acertou bem a cabeça de Satanás”.
Satanás recebeu o golpe fatal na
cruz, mas por razões que não compreendemos Deus permitiu que ele tivesse, por
assim dizer, uma ‘hora e meia’ extra. Satanás está enlouquecido por causa do
tiro que acertou sua cabeça. Ele está derrubando e destruindo tudo que está ao
seu alcance, tentando pegar cada um de nós. Estamos em meio à batalha, que a
cada dia fica mais acirrada, mas não devemos nos esquecer que o golpe fatal foi
desferido. Às vezes, pode até parecer que Satanás está vencendo, mas não está.
Ele já foi derrotado e será lançado no lago de fogo para todo o sempre, e então
Jesus, será reconhecido como o “Rei dos reis e o Senhor dos senhores”.
O plano de batalha contra o inimigo
O primeiro golpe de nosso ataque é orar em
nome de Jesus.
A segunda parte de nossa estratégia é
permanecer firme em oração.
A terceira parte de nossa estratégia é
reconhecer que a batalha é espiritual, não física.
A quarta parte de nossa estratégia de oração
é ter fé, mesmo quando não podemos ver as respostas às nossas orações.
Nossa quinta estratégia é tomar toda a
armadura de Deus.
Fonte: “Todo
filho precisa de uma mãe que ora”
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