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Temos perdido muito tempo investindoem “programas” e “estruturas”, e relegado o ser humano a um lugar de
coadjuvante. O alvo da Rede é que a igreja volte seu foco para as pessoas, pois
foi por elas que Jesus Cristo verteu seu sangue na cruz do Calvário, e são elas
que virá buscar para reinarem com Ele em glória.
Vários fenômenos sociais modernos
têm, cada dia mais, nos afastado uns dos outros. Nossas personalidades têm sido
arranhadas e distorcidas pelo simples fato de sermos, muitas vezes, coagidos a
viver como “ilhas”. Sutilmente, esta filosofia satânica têm entrado em nosso
meio, e os princípios de comunhão, unidade e mutualidade têm perdido seu real
significado.
Precisamos resgatar a característica
primária do cristão: o amor. O amor por pessoas, por gente, e não por programas
e estruturas. É preciso inverter nossos valores: não podemos mais aceitar que
pessoas sejam forçadas a se enquadrar a organogramas pré-estabelecidos, ou
departamentos pré-determinados. O foco central da igreja deve estar nas
pessoas, portanto, são os departamentos, organogramas e sistemas que precisam
ser modelados.
MOVIMENTO SEM DESLOCAMENTO
As
Escrituras comparam a igreja a um corpo. Sabemos que, num corpo normal e
saudável, todas as partes exercem uma certa função. Algumas são mais vistas do
que outras, mas todas trabalham... Esta comparação não foi feita
aleatoriamente. Quando o apóstolo Paulo escolheu esta figura, ele estava
querendo nos mostrar a importância de cada pessoa, como membro do corpo, exercer
sua função.
Muitos de nós nos perdemos num
ativismo medonho, e nos pomos a desempenhar vários papéis ao mesmo tempo: somos
boca, perna, fígado, sobrancelha... enquanto outros se atrofiam por não terem
sido “eleitos” para função alguma.
Assim, vemos em nossas igrejas,
muito movimento: organizações, eventos, programas, trabalhos... mas pouco
deslocamento: anda-se muito, mas sem sair do lugar. Politizamos o staff da igreja criando mecanismos falhos e incoerentes para a escolha de
seus líderes.
A Rede Ministerial tem como alvo:
Auxiliar os crentes a serem frutíferos e realizados
em um significativo LUGAR DE SERVIÇO.
Um crente atingirá este alvo dando
sua contribuição única e pessoal ao Corpo de Cristo, através de sua paixão,
seus dons espirituais e seu estilo pessoal.
O que isso
representa para o indivíduo?
Contribuição única – representa a expressão dasingularidade de cada indivíduo.
Paixão – representa servir em um
ministério com entusiasmo e envolvimento emocional.
Dons Espirituais – representa desempenhar funções que utilizam os dons concedidos peloEspírito Santo a cada crente.
Estilo Pessoal – representa desempenhar funçõessem esgotamento emocional.
Frutífero – representa obter resultados
positivos.
Realizado –
representa elevar seu senso de satisfação pessoal por estar glorificando a Deus
e edificando outros.
Significativo – representa a certeza de estar
“fazendo diferença”.
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Reflita nesta Fábula: A ESCOLA DE ANIMAIS
Não
foi muito depois da criação que os animais se reuniram para fundar uma escola.
Queriam
a melhor escola possível – uma que oferecesse aos alunos um currículo bem
completo com natação, corrida, subida em árvores e vôo. Para se formar, todos
os animais precisavam fazer cada um dos cursos.
O
pato era excelente em natação. Na verdade era melhor que seu instrutor. Mas
vinha conseguindo notas apenas regulares na subida em árvorese
saindo-se bem mal na corrida.
O
pato corria tão lentamente que tinha de ficar na escola todo dia depois da aula
para treinar. Mesmo assim, a melhora era mínima. Seus pés palmados ficavam
muito machucados com a corrida, e com pés assim tão doloridos ele conseguia
apenas uma nota mediana na natação. A média era aceitável para qualquer um,e
portanto ninguém se preocupavacom
isso – menos o pato.
O
coelho era o melhor de sua turma na corrida.
Mas
depois de certo tempo contraiu um estiramento muscular na perna, em função de
todo o tempo que passava na água tentando melhorar sua natação.
O
esquilo apresentava desempenho máximo na subida em árvores, mas fracassava
seguidamente na aula de vôo. Seu corpo ficou tão machucado com todasaquelas
aterrissagens forçadas que ele já não iabem
na subida em árvores e acabou dando-semuito
mal também na corrida.
A
águia era uma aluna problemática contumaz.
Era
severamente advertida por não se conformar ao esquema. Por exemplo: nas aulas
de subida em árvores, sempre chegava antes de todos no alto da árvore, mas
insistia em usar sua forma peculiar de subir.
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