Alvo

Como Funciona

Departamento ou Ministéro?

Valores

Bibliográfia

 

 

1. Servir é um mandamentobíblico

              A disposição para o serviço não é facultativa, e nem representa uma atitude caridosa. Servir é uma questão de submissão ao ensinamento de Jesus Cristo.

 

2. Cada crente tem pelo menos um dom espiritual

              Quando experimentamos o novo nascimento em Cristo, recebemos em nós o seu Espírito Santo, que nos concede dons espirituais para o exercício do ministério para o qual fomos criados. Ninguém pode dizer que não possui dom algum.

 

3. Todos os crentes são chamados para serem ministros e sacerdotes

              Se todo crente possui um dom espiritual, todo crente tem um ministério a exercer e deve ser considerado um ministro do Senhor.

 

4. Ninguém foi criado para "apoiar" o ministério de outra pessoa

              É muito comum ouvirmos palavras de ânimo tais como: "Estou aqui para apoiar o seu ministério". A intenção é boa, mas Deus criou cada um de nós com um ministério específico, único e singular.

 

5. O serviço é uma forma de adoração, e a adoração glorifica a Deus

              A meta final de todo serviço é a glorificação do nome de Deus, e nunca o proveito próprio.

 

6. O desempenho do serviço promove a edificação da igreja

              Todo ministério precisa ser exercido sem se perder a visão de Reino, a edificação de todo o corpo.

 

7. Nenhum crente tem todos os dons

              Todos precisamos uns dos outros.

 

8. Prestaremos conta ao Senhor de como os nossos dons foram usados

              Recebemos dons espirituais para usá-los na glorificação de Jesus e no crescimento e edificação da Igreja.  Se ignoramos tais dons, os "escondemos", ou o utilizamos para proveito próprio, estamos sendo maus administradores daquilo que recebemos do Pai.

 

9. Nenhum ministério é mais importante do que outro

              O zelador, a professora, a cozinheira, o tesoureiro, o pastor, a recepcionista... todos desempenham ministérios igualmente importantes e necessários para o corpo de Cristo. Precisamos uns dos outros para completar a plenitude de Cristo. Carecemos daquilo que não temos para que o corpo de Cristo seja equilibrado e saudável.

 

10. Diversidade não é divisão

              A Graça de Deus é multiforme, e ela se revela a nós de maneiras diferenciadas. É um grande erro tentar "padronizar" os membros de uma igreja. Seria como violentar a ação criadora de Deus. Precisamos aprender a respeitar e conviver com as diferenças.

 

11. Unidade não é conformidade

              Viver em união é caminhar juntos rumo a um mesmo propósito. É inútil qualquer tentativa de moldar nossa personalidade tentando nos assemelharmos uns aos outros.

 

12. As pessoas precisam servir em lugares significativos, cumprindo um propósito singular

              Servir a Deus com alegria é o nosso ideal, e isso só será possível se estivermos no lugar certo. O trabalho cristão não pode ser visto como uma "cruz" pesada, pelo contrário, o serviço é um privilégio, e traz um grande sentido de contentamento e realização. Por isso, servir não implica simplesmente em ocupar algum “cargo” na igreja, muito mais do que isso: é um estilo de vida!

 

13. A contribuição singular de cada pessoa em um ministério fará diferença no Reino, com implicações para a eternidade

             A característica principal de um trabalho frutífero é a transformação de uma vida ou de todo um grupo. O serviço existe para impactar, edificar, transformar, construir, abençoar, refletir a glória de Cristo, e mudar uma determinada realidade. Não é mera ocupação, é ministração.

 

14. Cada servo tem algo para dar e algo para receber no corpo de Cristo, estabelecendo relacionamentos interdependentes

              O modelo bíblico de relacionamento não é alicerçado na dependência unilateral, nem na independência centrada do “eu”. Nosso desafio é reaprender a nos relacionarmos de maneira interdependente e saudável – suprindo-nos uns aos outros.

 

15. Cada pessoa é nota "10" em alguma área, ninguém é nota "10" em tudo

              Não é justo depositar no líder da igreja, a expectativa de que ele saberá fazer todas as coisas concernentes ao Reino de Deus. O pastor (bem como os bispos, presbíteros, anciãos, diáconos, e todos os “obreiros”) ocupam funções de liderança, mas não detêm todos os dons e, com certeza, são limitados em algumas áreas. É aí que entra a interdependência do corpo.

 

16. Dons sem amor não cumprem os propósitos de Deus

              Deus não está tão preocupado como o quê fazemos, mas sim com o espírito em que servimos. Se usamos ao máximo nossos dons espirituais, por exemplo, mas não temos amor, não agradamos a Deus nem damos uma contribuição importante.