SEMANA SANTA - O quê aconteceu cada dia com Jesus na semana da paixão - guia de devocional diário



Os relatos dos Evangelhos nem sempre seguem uma ordem cronológica, por isso, não é fácil, à primeira vista, entender a sequência dos acontecimentos na vida de Jesus. Mas, seguindo as conclusões da grande maioria dos estudiosos, vamos refletir aqui acerca dos principais fatos que marcaram a última semana do ministério do Messias na Judeia. É importante que você leia os textos bíblicos indicados antes de cada leitura para ter um maior proveito das reflexões.


1. semana da páscoa - domingo de ramos

LEITURA BÍBLICA DEVOCIONAL: Lucas 19:28-44


ENTRADA TRIUNFAL EM JERUSALÉM

Aconteceu no ano 29 d.C. Jesus morava em Cafarnaum, na região da Galiléia, onde viveu a maior parte de sua vida. Ele e seus discípulos iam a Jerusalém, na Judéia, com certa frequência, a fim de participarem das festividades no templo. E dessa vez não foi diferente. A Páscoa estava se aproximando e eles partiram para Jerusalém, sabendo que lá Jesus seria preso e morto (Mt 20:17-19).


Ele entrou pelos portões da cidade montado num jumentinho. Não se sabe, ao certo, o significado deste gesto, a não ser que foi o cumprimento de uma profecia do profeta Zacarias: "Alegre-se muito, cidade de Sião! Exulte, Jerusalém! Eis que o seu rei vem a você, justo e vitorioso, humilde e montado num jumento, um jumentinho, cria de jumenta. Ele destruirá os carros de guerra de Efraim e os cavalos de Jerusalém, e os arcos de batalha serão quebrados. Ele proclamará paz às nações e dominará de um mar a outro, e do Eufrates até aos confins da terra." Zc 9:9-10


A Bíblia relata que uma multidão ia forrando o chão para que Jesus passasse: alguns estendiam seus mantos e outros colocavam ramos de árvores. E todos cantavam juntos um trecho do Salmo 118 (Mt 21:8-9, Sl 118:20-26).


"Salva-nos!" (Hosana!), exclama o salmista no Salmo 118:25. Este salmo era cantado todo ano na Festa dos Tabernáculos, que simbolizava a presença de Deus no meio do povo. Ao entoar esta canção, estavam adorando ao Senhor e reconhecendo Jesus como o cumprimento da profecia cantada neste Salmo. Jesus era o Rei descendente de Davi, o Messias, Emanuel, "Deus conosco"!


Entrando em Jerusalém, Jesus e seus 12 discípulos foram até o templo e depois, como já era tarde, seguiram para Betânia (cerca de 10Km de distância) a fim de passarem a noite ali (Mc 11:11).


PARA REFLETIR: Jesus, o filho de Maria e do carpinteiro José, na verdade é o Cristo, Filho Unigênito de Deus. É o Messias prometido, o Deus-Filho que deixou momentaneamente a sua glória, se fez gente e habitou entre nós. Naquele domingo a multidão expressou seu louvor a ele cobrindo o chão por onde ele passava e cantando louvores ao seu nome, reconhecendo-o como Rei. E nós, como podemos fazer isso hoje? Estamos fazendo?


 

2. SEGUNDA-FEIRA da semana da paixão

LEITURA BÍBLICA DEVOCIONAL: Mateus 21:12-22

DIA DE "FAXINA"

Dois acontecimentos marcaram a segunda-feira da semana da Páscoa. Após passarem a noite em Betânia, de manhã cedo Jesus e seus discípulos voltaram para a cidade de Jerusalém.


No caminho, Jesus viu uma figueira. Ele estava com fome e, ao se aproximar da árvore para colher seus frutos, notou que só havia folhas. Então ele a amaldiçoou, fazendo com que ela se secasse.


Chegando ao templo de Jerusalém a fim de adorar o Pai, notou que os líderes daquele lugar também "só tinham folhas". Sacerdotes, escribas e saduceus deveriam DAR FRUTOS, fazendo daquela casa um lugar de oração, ensinando as Escrituras e ajudando as pessoas a se aproximarem de Deus, mas, ao invés disso, estavam usando seus títulos e aquele lugar como um meio de lucro pessoal às custas do povo. Jesus, então, da mesma forma que fez com a figueira, não ficou apático nem calado diante dessa situação, mas reagiu com autoridade e veemência, derrubando as bancas e expulsando-os do templo. Consegue imaginar a cena?


Por isso eu disse que segunda-feira foi dia de faxina. A figueira, na verdade, fora apenas um sinal do que ele haveria de fazer um pouco mais tarde. Jesus demonstrou juízo e profunda desaprovação sobre as pessoas que vivem de aparência. São religiosos, se vestem como religiosos, se comportam como religiosos, seguem as "regras" nos mínimos detalhes, mas o coração está longe de Deus.


PARA REFLETIR: No Edem, Adão e Eva tentaram inutilmente esconder seu pecado usando folhas de figueira (Gn 3:7). Mas Deus não quer FOLHAS (aparência), Ele quer FRUTOS (resultado de um relacionamento de comunhão com Ele). Deus trocou as "roupas" feitas de folhas de Adão e Eva por roupas feitas com a pele de um animal. Somente o sacrifício do Cordeiro de Deus tem o poder de remir nossos pecados. "Folhas" podem até iludir e enganar as pessoas, mas não enganam a Deus, que vê o coração.


Mais do que levar uma pessoa a se batizar, frequentar uma igreja ou fazer parte de algum ministério, Cristo veio para reconciliar o pecador com o Pai.


Se você fosse uma figueira, Jesus veria mais folhas ou mais frutos em seus galhos? Se Jesus o encontrasse no templo, você estaria ali para adorar a Deus ou para buscar algo em proveito próprio?


E já que é "DIA DE FAXINA", vamos fazer hoje mesmo uma no nosso coração com a ajuda do Espírito Santo, nos livrando de atitudes e intenções que nos afastam do Pai e nos rendendo ao senhorio absoluto de Cristo sobre nossas vidas.


 

3. TERÇA-FEIRA da semana da paixão

LEITURA BÍBLICA DEVOCIONAL: Lucas 20 e 21

ENSINANDO NO TEMPLO

Tendo saído da cidade no dia anterior, terça-feira de manhã Jesus e seus discípulos voltaram a Jerusalém e foram novamente para o templo. Os sacerdotes e demais líderes judeus estavam extremamente "aborrecidos" com aquele que, um dia antes, havia exposto publicamente a hipocrisia deles. Por isso, passaram a questioná-lo e a buscar motivos para prendê-lo.


Mas, além de ter que responder às várias provocações dos sacerdotes, anciãos, saduceus, escribas e fariseus, Jesus usa a maior parte do dia para ensinar acerca da consumação do Reino de Deus. Foi um dia de ensinos muito importantes.


Ele contou as Parábolas dos Dois Filhos (Mt 21:28-32), dos Lavradores Maus (Lc 20:9-19) e das Bodas do Filho do Rei (Mt 22:1-14). Todas mostrando a diferença entre aqueles que rejeitam e os que aceitam o Cristo como Filho de Deus.


Jesus ainda destacou a oferta de uma viúva pobre que foi ao templo e doou o pouco que tinha, não para receber algo em troca, mas como prova de amor, gratidão e adoração Àquele a quem pertence todas as coisas (Lc 21:1-4).


E, finalmente, proferiu o que chamamos hoje de "Sermão Escatológico", pois fala de acontecimentos futuros como a destruição do templo (que aconteceu no ano 70 d.C), a dura perseguição contra os judeus e os sinais que indicariam a proximidade da sua volta como: terremotos, fome, pestes, grandes cataclismas no céu e na terra, o surgimento de muitos falsos mestres, falsos profetas e a multiplicação da iniquidade.


PARA REFLETIR: É verdade que Jesus foi crucificado, exatamente como os profetas do Antigo Testamento e ele mesmo profetizaram. Mas também é verdade que ele ressuscitou e que, um dia, voltará com toda a sua glória a fim de reinar para sempre e eternamente.


Não estamos desavisados. Estes ensinos ficaram registrados nas Escrituras a fim de conhecermos e permanecermos atentos aos sinais da sua vinda. Esta é a nossa grande EXPECTATIVA! A volta de Jesus completará a nossa redenção e estabelecerá definitivamente o Reino de Deus neste mundo, dando fim a todo o mal.


Se Jesus voltasse hoje, como ele o encontraria? Você subiria com Ele? Ou estaria entre aqueles que desprezaram seus ensinos e rejeitaram seu amor?


 

4. quarta-feira da semana da paixão

Leitura Bíblica devocional: Marcos 14:1-11


A conspiração para matar jesus

O "incômodo" causado por aquele que se dizia Filho de Deus cresceu a ponto dos líderes da Judeia decidirem se livrar dele. O discurso de Jesus era perigoso demais para o "status quo" da época, pois desafiava o sistema religioso corrupto vigente e colocava em risco o controle dos líderes desses sistema. A solução? Desmoralizá-lo e aplicar-lhe a pena de morte.


Acontece que do lado de dentro, entre os discípulo de Jesus, também havia uma pessoa indignada com os rumos que tudo aquilo estava tomando: Judas, filho de Simão Iscariotes. Como a grande maioria dos judeus, ele ansiava pelo cumprimento das profecias que previam a libertação de Israel sob o governo de um novo rei. Deduzindo que seu mestre não seria esse rei, e conhecendo as intenções hostis dos sacerdotes, decidiu, em seu coração, se aliar a eles a fim de condenar Jesus.


O jantar em Betânia

Neste dia, Jesus e seus discípulos foram convidados para jantarem numa casa. Neste jantar, um mulher (talvez Maria, irmã de Marta e Lázaro) derrama sobre Jesus um perfume caríssimo. O texto nos diz que ela foi severamente repreendida por alguns, que julgaram um desperdício de dinheiro aquela atitude extravagante. Mas Jesus entendeu que, com este gesto de amor e dedicação, seu corpo estava sendo ungido previamente para o sepultamento e elogiou a atitude de adoração daquela mulher.


PARA REFLETIR: Não é possível alguém simplesmente permanecer "neutro" diante da figura de Jesus, seus ensinos, sua mensagem, seus milagres, sua vida... Ou o rejeitamos ou o adoramos. Ou desprezamos seu amor ou nos rendemos a ele. Ou duvidamos que ele é o Filho de Davi prometido nas Escrituras ou reconhecemos que ele é o Messias de Deus.


Judas Iscariotes e os sacerdotes se voltaram contra Cristo porque rejeitaram sua proposta de vida e o Reino que ele pregava. A mulher que ungiu Jesus com o perfume caríssimo, entendeu que ele era muito mais do que um bom homem, mas o Deus-Filho a quem devemos honra e adoração.


Com quem estamos nos identificando hoje?


 

5. quinta-feira da semana da paixão

Leitura Bíblica devocional: mateus 26:17-75 e joão 13:1-17 (e também João cap. 14 a 17)


"AMOU ATÉ O FIM"

O dia conhecido hoje como "Quinta-feira Santa" foi extremamente intenso. Penso que nenhuma frase define melhor este dia como a que foi usada pelo apóstolo João: "Sabendo Jesus que havia chegado o tempo em que deixaria este mundo e iria para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim." (Jo 13:1). Não consigo ler este versículo com os olhos secos.


No cenáculo em Jerusalém

Num grande cômodo no andar superior de uma casa em Jerusalém, Jesus e seus discípulos se reúnem para celebrarem a Páscoa Judaica no jantar.


Ali, Jesus lava os pés dos seus discípulos - serviço comumente feito apenas pelos servos - numa emblemática demonstração de amor por eles, pedindo que sigam seu exemplo (João 13:1-17).


Durante o jantar Jesus anuncia que será traído e Judas, enraivecido, se retira do local (Jo 13:21-30). Depois disso, o Mestre estabelece o ritual da Ceia: distribui pão e vinho da Páscoa, dá a eles um novo significado e ordena que seus discípulos continuem a celebrar esta Ceia até a sua volta.


No Monte das Oliveiras

Depois de cantarem um hino, eles deixam a casa e se dirigem ao Jardim das Oliveiras, onde Jesus tem uma longa conversa com seus discípulos. Fala que será abandonado por todos, inclusive por Pedro, que insiste em negar que isso vai acontecer. Encoraja-os dizendo que Ele irá para o Pai mas voltará e que, enquanto isso, o Pai lhes enviará o Espírito Santo. Dá o exemplo da videira e dos ramos, alerta-os acerca das perseguições que se seguirão e depois ora por eles. Esta conversa profunda está detalhada no Evangelho de João, nos capítulos 14 a 17, que merecem uma leitura cuidadosa e reflexiva.


Jesus então se dirige ao Jardim do Getsêmani, um local de prensar azeitonas ali mesmo, no Monte das Oliveiras, onde ele tem mais um momento de oração, como a alma profundamente angustiada chegando a suar sangue (enquanto seus discípulos dormiam). Pouco depois ele é preso, levado ao Sinédrio (tribunal judaico), julgado, condenado, torturado e passa o restante da noite na prisão.


PARA REFLETIR: Nunca saberemos a dimensão da angústia que Jesus sentiu nestes momentos que precederam a crucificação. Ele não precisava passar por isso. Poderia ter desistido do plano e voltado aos Céus. No entanto, ele decidiu continuar amando. Extremamente angustiado, sabendo o que estava por vir e que, além de tudo, ainda seria abandonado e traído por seus amigos, dedicou seus últimos momentos para servir, lavar os pés dos seus discípulos, interceder por eles. Escolheu a maldição da cruz, mesmo que isso lhe custasse o peso do pecado de toda a humanidade sobre a sua própria santidade.



 

6. SEXta-feira da semana da paixão

Leitura Bíblica devocional: mArcoS 15:1-47


A CRUCIFICAÇÃO

Na manhã da sexta-feira, Jesus é levado para o Pretório, tribunal romano, já que o tribunal judaico não tinha autoridade para aplicar a pena de morte. Pôncio Pilatos ouviu a acusação do Sinédrio e os enviou a Herodes Antipas (filho de Herodes, o Grande), pois entendeu que se tratava de questões religiosas e ele era responsável apenas por crimes fiscais e políticos (Lc 23:7).


Nem Pilatos nem Herodes viram em Jesus algum crime digno de morte, mas cederam à pressão da multidão e o condenaram à crucificação.


Jesus então, foi novamente humilhado e torturado. Atravessou a cidade de Jerusalém até o Gólgota, onde foi crucificado. Houve trevas do meio dia até às três horas da tarde, o véu do templo se rasgou do alto a baixo, a terra tremeu, mortos ressuscitaram. E, às três horas, Jesus morreu.


Depois de se certificarem de que ele estava mesmo morto, ferindo-o com uma lança, seu corpo foi retirado da cruz e sepultado por José de Arimatéia e Nicodemos. O túmulo foi fechado com uma pesada pedra e vigiado por um destacamento de soldados (Mt 27:62-66) desde o início do sábado judaico (a partir do pôr-do-sol da sexta-feira).


PARA REFLETIR: Jesus Cristo, o Deus-Filho, deixou a glória do Pai e veio ao mundo a fim de restaurar e reconciliar toda a Criação, nos Céus e na Terra, com o Criador (Cl 1:20), em outras palavras: veio pra consertar tudo o que o pecado estragou.


Ele não foi vítima do sistema, mas se entregou à morte por vontade própria, a fim de cumprir o plano de Deus, instituído desde antes da criação do mundo (Jo 10:17-18; Ap 13:8).


Jesus Cristo se entregou como um cordeiro para ser sacrificado e cumpriu em si mesmo a maldição do pecado da humanidade. Todo aquele que crê nesta verdade, se torna um com Cristo em sua morte e, por isso, tem seus próprios pecados perdoados. Aleluia!!!


Leia também:


 
7. SÁBADO da semana da paixão

Leitura Bíblica devocional: Colossenses 1:1-23


O SILÊNCIO

Os discípulos de Jesus e todos que o amavam estavam tristes, com medo e inconsoláveis. O mestre estava morto e sepultado. Segundo costume judaico, todos estavam guardando o descanso do sábado, previsto na Lei.


E Jesus? Seu corpo sem vida descansava no sepulcro. Seu espírito? Não sabemos. Alguns acreditam que ele tenha descido até o mundo dos mortos a fim de pregar a espíritos em prisão (uma interpretação de 1 Pedro 3:18-19 e Efésios 4:10). No entanto, considerando todo o contexto das Escrituras e o que a Bíblia fala sobre os mortos, dificilmente isso teria acontecido de fato.


Como Jonas ficou no interior de um peixe durante "3 dias e 3 noites" (uma expressão de linguagem que indica períodos de tempo e não 3 dias literais de 24 horas), Jesus permaneceu no sepulcro durante 3 dias e 3 noites.


Clique aqui e leia o estudo sobre a explicação do termo "3 dias e 3 noites".


PARA REFLETIR: Os perseguidores de Jesus celebravam uma aparente vitória enquanto seus discípulos lamentavam uma aparente perda. Mas os Céus estavam em festa! "Está consumado" bradou Cristo no cruz!


Deus fez com que toda a plenitude habitasse naquele que é a imagem visível do Deus invisível. A sexta-feira passou. Mas o domingo logo vem!



 

8. DOMINGO DE PÁSCOA

Leitura Bíblica devocional: Lucas 24:1-52


A ressurreição

O domingo da semana de Páscoa dos judeus foi o dia mais extraordinário da História! O Cordeiro de Deus, morto numa cruz, ressurgiu triunfante!


Uma pesada rocha selava a entrada do sepulcro e guardas vigiavam a entrada do local, no entanto, nada pôde deter que Cristo ressuscitasse e saísse definitivamente daquele lugar de morte. Tal milagre é o que nos garante também a nossa própria vida eterna depois desta vida.


Ele apareceu primeiro às mulheres no sepulcro, depois aos 11 apóstolos e posteriormente fez ainda várias aparições a várias pessoas durante 40 dias (Lc 24:13-15; At 1:3; 1Co 15:5-7).


Sua aparência não era exatamente a mesma, já que muitos não o reconheceram de imediato. Possuía poderes sobrenaturais, pois apareceu em lugares que estavam trancados por dentro. Por outro lado, parece ter participado de refeições junto com seus discípulos e além disso, possuía as cicatrizes visíveis de seus ferimentos na cruz. Tudo isso nos faz crer que seu corpo já não estava restrito às limitações humanas, e também que, mesmo ressurreto, as marcas do sua vinda na Terra permaneceriam para todo o sempre.


PARA REFLETIR: Se Jesus não tivesse ressuscitado, continuaríamos mortos em nossos pecados, escravos de Satanás, sem a esperança da vida Eterna, e sem as bênçãos do Seu Reino. A ressurreição é a base da nossa fé. Como afirmou o Apóstolo Paulo: "Se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé. Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens” (1 Coríntios 15:14, 19).


Encerro aqui com a letra da música "Entre nós outra vez", do paraibano Sérgio Lopes. Na esperança de que a reflexão que os acontecimentos da Semana da Páscoa nos traz, transformem a nossa vida e o nosso relacionamento com o Eterno.


ENTRE NÓS OUTRA VEZ
Foi tão triste ver no teu olhar A dor que ali sentias Como troca por tão grande amor Te cravaram numa cruz Ninguém mais poderia, além de ti Perdoar os meus pecados Com autoridade garantir Vida eterna e paz.
Mas a cruz não conseguiu vencer O autor da minha vida Aleluia Cristo reviveu Entre nós vive outra vez Novamente eu posso adorar Em espírito e em verdade Declarar de novo meu amor A Jesus meu rei, meu Salvador.

Autoria: Márcia Rezende

Bacharel em Teologia e em Educação Religiosa,

Doctor of Ministry – Especialização em Bíblia e Ciências da Religião




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